Entenda como funciona o mercado de self storage no Brasil, quais dados sustentam seu crescimento, quais são os riscos reais do modelo e por que ele tem atraído investidores que buscam receita recorrente.
Um setor que deixou de ser nicho
Durante muitos anos, guardar bens fora de casa era sinônimo de guarda móveis tradicional: um galpão coletivo, contrato longo, pouca visibilidade sobre o que estava armazenado e acesso condicionado ao horário comercial.
O self storage rompeu com essa lógica. Trata-se da locação de boxes individuais, de tamanhos variados, com contrato flexível, controle de acesso eletrônico e uso exclusivo do locatário. O cliente contrata o espaço de que precisa, pelo tempo de que precisa, e acessa quando quiser.
Essa mudança aparentemente simples transformou um serviço logístico em um ativo imobiliário com características próprias. E é exatamente por isso que o segmento passou a ser analisado por investidores, proprietários de imóveis comerciais e empreendedores que buscam diversificar patrimônio.
Este artigo tem um objetivo claro: apresentar o mercado de forma técnica, com dados, sem promessas e sem omitir os pontos de atenção. Se ao final da leitura você concluir que o modelo não faz sentido para o seu perfil, o texto terá cumprido sua função.
Antes de discutir modelo de negócio, é necessário olhar para o tamanho e o comportamento do setor.
Segundo levantamento da Brain Inteligência Estratégica em parceria com a Associação Brasileira de Self Storage (ASBRASS), referente ao quarto trimestre de 2025, o Brasil registrava:
Quando se amplia a janela de análise, o movimento fica mais evidente. O mesmo levantamento aponta evolução de 147.770 boxes em 2021 para cerca de 220 mil em 2025, expansão de aproximadamente 49,5% em quatro anos.
As projeções da ASBRASS indicam continuidade desse ciclo, com estimativa de crescimento acima de 10% ao ano no número de unidades, impulsionado pelo avanço do e-commerce e pela demanda das empresas por operações logísticas mais flexíveis.
Dois números merecem atenção especial de quem analisa investimento.
O primeiro é a distribuição geográfica. Pouco mais de uma centena de cidades brasileiras conta com o serviço, em um país com mais de 5.500 municípios. Mesmo considerando que boa parte deles não tem densidade populacional ou perfil econômico compatível com o modelo, o número indica que a cobertura ainda está longe da saturação, especialmente fora das capitais.
O segundo é a comparação internacional. A taxa de penetração do self storage no Brasil, medida em metros quadrados por habitante, permanece significativamente inferior à dos Estados Unidos e da Europa. Isso não garante convergência automática, mas mostra que o setor brasileiro opera em estágio inicial de maturidade, e não em estágio de consolidação.
Crescimento de mercado só é relevante para um investidor quando existe explicação estrutural por trás dele. No caso do self storage, quatro forças se reforçam.
Os lançamentos residenciais brasileiros vêm encolhendo há mais de uma década. Apartamentos menores, com menos áreas de depósito e garagens compactas, geram uma necessidade que não existia no mesmo grau há vinte anos: espaço adicional pago por demanda.
Some-se a isso a rotina de mudanças, reformas, heranças, separações e realocações profissionais. São eventos recorrentes na vida das famílias que geram contratos de armazenamento temporário.
Pequenos e médios lojistas online precisam de estoque próximo ao consumidor final, mas raramente têm volume para justificar a locação de um galpão inteiro com contrato de longo prazo.
O self storage resolve esse ponto ao oferecer espaço fracionado, contrato mensal e localização urbana. Para o operador, esse público tende a apresentar permanência mais longa que o cliente pessoa física, porque o box passa a integrar a operação da empresa.
Prestadores de serviço, representantes comerciais, empresas de eventos, construtoras e escritórios utilizam boxes para equipamentos, materiais e documentos. É uma demanda menos sazonal e menos sensível a oscilações de humor do consumidor.
Entre as tendências mapeadas pela ASBRASS para o mercado brasileiro está a expansão para cidades médias, regiões que combinam densidade populacional relevante, poder de consumo em crescimento e concorrência significativamente menor do que a das capitais.
Para o investidor, esse é possivelmente o ponto mais estratégico do momento atual do setor.
Compreendida a demanda, é preciso entender o que diferencia o self storage de outros negócios de mesma faixa de investimento.
Receita recorrente e previsível. O faturamento vem de contratos mensais que se renovam automaticamente enquanto o cliente mantém o box. Isso reduz a dependência de conquistar novos clientes todos os meses e permite projeção de fluxo de caixa com base histórica de ocupação e rotatividade.
Ausência de estoque e de perecibilidade. O produto é espaço. Não há mercadoria que estraga, sai de moda, encalha ou exige capital de giro para reposição. Essa característica reduz uma classe inteira de riscos presente na maioria das franquias de varejo e alimentação.
Estrutura operacional enxuta. Uma unidade opera com equipe reduzida. Em modelos com autogestão e controle de acesso eletrônico, o cliente ingressa e utiliza o box sem depender de atendimento presencial, o que diminui custo com pessoal e amplia a janela de uso sem ampliar a folha.
Base de clientes diversificada. A receita se distribui entre dezenas ou centenas de contratos de pessoas físicas e jurídicas. A perda de um cliente representa uma fração pequena do faturamento, diferentemente de negócios concentrados em poucos contratos relevantes.
Vínculo com ativo imobiliário. O self storage permite dar uso produtivo a um galpão, terreno ou imóvel comercial subutilizado. Para o proprietário que hoje aluga o imóvel por um valor fixo, ou que o mantém parado arcando com custos, existe a possibilidade de operar o próprio ativo e capturar a receita da operação, e não apenas a do aluguel.
Escalabilidade. O modelo permite iniciar com uma unidade, absorver a curva de aprendizado e expandir com base em resultados verificados, e não em projeções.
Nenhum modelo de negócio é isento de risco, e apresentar o self storage como exceção seria desonesto com quem está avaliando um investimento relevante.
Curva de maturação. Uma unidade de self storage não atinge ocupação plena nos primeiros meses. O preenchimento dos boxes é gradual e depende de reconhecimento local, marketing e tempo. O investidor precisa dimensionar capital de giro para sustentar a operação durante esse período, e qualquer análise de viabilidade que ignore a maturação está incompleta.
Localização é determinante. O desempenho de uma unidade está diretamente ligado ao raio de captação, ao perfil socioeconômico do entorno, à visibilidade, ao acesso e à concorrência instalada. Uma boa operação em um ponto inadequado tende a apresentar resultado inferior a uma operação mediana em um ponto correto. Por isso, estudos de viabilidade com dados de potencial de consumo e densidade populacional não são formalidade, são etapa crítica.
Capital imobilizado e prazo. A implantação envolve adequação predial, estrutura metálica, sistemas de segurança e tecnologia. É um investimento de retorno construído no médio e longo prazo, incompatível com quem busca liquidez rápida.
Concorrência crescente nas capitais. O amadurecimento do setor traz consigo a entrada de grandes operadores e movimentos de consolidação. Em regiões metropolitanas já atendidas, a disputa por cliente é maior e a pressão sobre preço é real. Esse é um dos motivos pelos quais cidades médias vêm concentrando as melhores oportunidades de entrada.
Exigência de gestão. Ainda que a operação seja enxuta, ela não é automática. Precificação por metragem, controle de vacância, gestão de inadimplência, manutenção predial, relacionamento e marketing local exigem acompanhamento. O modelo é simples de entender, o que não significa que dispense método.
Quem analisa o setor costuma chegar a uma pergunta legítima: se o modelo é conceitualmente simples, por que não montar uma operação independente?
A resposta está naquilo que separa a teoria da execução.
Estudo de viabilidade e escolha de praça. Definir onde instalar a unidade exige critérios objetivos de população, potencial de consumo e concorrência. Uma rede estruturada aplica esses critérios com metodologia própria antes de aprovar um território.
Projeto e dimensionamento do mix de boxes. A rentabilidade de uma unidade depende da proporção entre boxes pequenos, médios e grandes, do aproveitamento da área e do layout de circulação. Errar esse dimensionamento significa conviver com áreas ociosas ou com demanda reprimida em uma faixa de metragem específica.
Tecnologia e sistemas. Controle de acesso eletrônico, contratos digitais e software de gestão são a base de uma operação enxuta. Desenvolver ou selecionar essas soluções do zero consome tempo e capital.
Marca e confiança. O cliente entrega bens próprios à guarda de terceiros. Segurança percebida e reputação influenciam diretamente a decisão de contratação e o tempo até a ocupação. Uma marca reconhecida reduz o custo de aquisição de clientes e encurta o ciclo de venda.
Curva de erro reduzida. Uma franqueadora que operou unidades próprias antes de franquear já cometeu e corrigiu erros que o operador independente ainda terá pela frente.
Vale registrar que o relacionamento entre rede e franqueado no Brasil é regulado pela Lei 13.966/2019, que obriga o franqueador a entregar a Circular de Oferta de Franquia com no mínimo dez dias de antecedência à assinatura de qualquer contrato ou ao pagamento de qualquer valor. Esse documento detalha investimentos, taxas, obrigações, pendências judiciais e histórico da rede. Ler a COF com atenção, preferencialmente com apoio de um advogado, é o passo mais importante de qualquer análise séria.
A Espaço A+ foi constituída em Curitiba em 2013 e abriu sua primeira unidade em 2017. Desde então, desenvolveu sua operação no modelo de autogestão, com boxes individuais de diferentes metragens e controle de acesso eletrônico, atendendo tanto pessoas físicas quanto empresas.
O sistema de franchising teve início em 2026, depois de mais de uma década de operação própria. Essa ordem importa: o modelo transferido aos franqueados foi construído e testado em unidades da própria empresa, com resultados verificáveis, e não desenhado em teoria para ser vendido.
Alguns pontos que caracterizam a operação:
Se você está considerando o setor, vale organizar a análise em torno de perguntas objetivas:
Investidores bem informados tomam decisões melhores. E redes sólidas preferem franqueados que decidiram com base em análise, não em entusiasmo.
Se você tem capital disponível, imóvel comercial subutilizado ou interesse em construir uma operação de receita recorrente, a Espaço A+ pode apresentar o estudo da sua região, o detalhamento do modelo e a Circular de Oferta de Franquia.
A área média dos apartamentos brasileiros caiu de forma consistente nas últimas duas décadas, enquanto o número de domicílios cresceu cinco vezes mais que a população. Entenda o que essa mudança estrutural significa para quem avalia investimentos.
Poucas mudanças estruturais no Brasil aconteceram de forma tão gradual, e com efeitos tão amplos, quanto a redução da metragem dos imóveis residenciais.
Não houve um marco, uma lei ou um evento único. Houve duas décadas de decisões econômicas de incorporadoras, bancos, famílias e programas habitacionais que, somadas, redesenharam o modo como o brasileiro mora.
Para quem analisa investimentos, esse tipo de movimento merece atenção especial. Mudanças estruturais criam demandas que não existiam antes, e demandas estruturais sustentam negócios por décadas, não por ciclos.
Este artigo examina três coisas: o que os dados mostram sobre o encolhimento dos imóveis, quais forças produziram esse movimento e qual oportunidade de negócio ele abriu.
Os dados do Secovi-SP são o retrato mais claro desse processo. A área média dos apartamentos de dois dormitórios, formato que sustenta a maior parte da produção habitacional do país, caiu de 58 metros quadrados em 2004 para 37 metros quadrados em 2024. Uma redução de 36% em vinte anos.
Ampliando a janela histórica, o quadro fica ainda mais evidente. Levantamento sobre plantas residenciais aponta que as tipologias mais comuns nos anos 1980 ofereciam cerca de 75 metros quadrados. Nos anos 2000, a metragem havia caído para cerca de 48 metros quadrados. Hoje, boa parte das unidades lançadas fica em torno de 34 metros quadrados, aproximadamente 55% do espaço original.
O perfil dos lançamentos recentes confirma a tendência. Em São Paulo, 22% das unidades lançadas em 2024 tinham até 30 metros quadrados, e as unidades entre 30 e 45 metros quadrados representaram 61% do total. Na pesquisa do Secovi-SP referente a março de 2026, essa mesma faixa de 30 a 45 metros quadrados respondeu por 65% dos lançamentos e 62% das vendas.
Na região central da capital paulista, levantamento da Embraesp aponta área útil média de 42 metros quadrados nos imóveis lançados entre dezembro de 2022 e novembro de 2025. Entre os apartamentos de um dormitório, a média fica em torno de 29 metros quadrados.
São Paulo não é o Brasil, mas é o maior mercado imobiliário do país e costuma antecipar movimentos que depois se replicam em capitais regionais e cidades médias.
As quatro forças por trás do encolhimento
Entender a causa importa, porque uma tendência com causas estruturais se comporta de forma diferente de uma tendência conjuntural.
O preço do metro quadrado nas áreas bem localizadas subiu de forma consistente. Na região central de São Paulo, o preço médio dos apartamentos novos gira em torno de R$ 14,2 mil por metro quadrado.
Diante disso, a incorporadora enfrenta uma equação simples: para manter o preço final dentro do que o comprador consegue financiar, reduz-se a área. Menos metros quadrados por unidade significa mais unidades por terreno e ticket acessível preservado.
O Minha Casa, Minha Vida é hoje o principal motor da produção habitacional brasileira. Em São Paulo, o programa respondeu por 64% de todas as unidades lançadas em 2025.
As faixas de enquadramento do programa estabelecem limites de área e de preço. Para acessar subsídios da Faixa 1, por exemplo, as unidades não podem ultrapassar 41,5 metros quadrados. O resultado é que a política habitacional, ao viabilizar o acesso à moradia, também padroniza a metragem para baixo.
O tamanho do imóvel comprado no Brasil é definido menos pelo desejo do comprador e mais pelo limite de crédito que ele consegue obter. Taxa de juros, prazo e comprometimento de renda determinam o valor financiável, e o valor financiável determina a metragem.
Enquanto o crédito imobiliário for o fator limitante da decisão de compra, a pressão sobre a área tende a se manter.
Esta é a força mais profunda e a que menos aparece nas análises de mercado.
O Censo 2022 do IBGE mostrou que o Brasil chegou a 90,7 milhões de domicílios, aumento de 34% em relação a 2010, quando eram 67,5 milhões. No mesmo período, a população cresceu 6,45%. O número de domicílios cresceu cerca de cinco vezes mais rápido que o número de pessoas.
A explicação está no tamanho das famílias. A média de moradores por domicílio caiu de 3,7 em 2000 para 3,31 em 2010 e 2,79 em 2022. Os domicílios em que vive apenas uma pessoa saltaram de 12,2% para 18,9% entre 2010 e 2022. Os casais sem filhos passaram de 16,1% para 20,2%.
E o crescimento dos domicílios unipessoais não se concentra nos idosos, como se poderia supor. Entre 25 e 39 anos, o aumento foi de 61,4%. Entre 40 e 59 anos, de 56,2%.
O país passou a ter mais lares, menores e com menos moradores cada um. Do ponto de vista do mercado imobiliário, isso justifica plenamente a produção de unidades compactas.
O que não encolheu
Aqui está o ponto que interessa a quem avalia oportunidades de negócio.
A metragem dos imóveis caiu. A quantidade de bens que as pessoas possuem, não.
Ao contrário. Nas mesmas duas décadas em que a área média foi reduzida em mais de um terço, o brasileiro passou a comprar mais e com mais frequência, impulsionado pela expansão do crédito ao consumo, pela popularização do e-commerce e pela entrada de novas categorias de produto na rotina doméstica: equipamentos de exercício, bicicletas, instrumentos, itens de camping, mobiliário de home office, eletrodomésticos que vinte anos atrás não estavam presentes na maioria dos lares.
Some se a isso três dinâmicas adicionais:
Trabalho remoto e híbrido. Uma parte do escritório migrou para dentro de casa, ocupando área em imóveis que já eram menores.
Empreendedorismo doméstico. Um contingente relevante de pequenos negócios começou dentro de residências, com estoque ocupando quartos, garagens e áreas de serviço.
Transições de vida mais frequentes. Mudanças, reformas, separações, realocações profissionais e heranças geram necessidade de armazenamento temporário. Em famílias menores e mais móveis, esses eventos ocorrem com maior frequência.
O resultado é uma tensão simples de descrever: menos espaço disponível, mesma ou maior quantidade de bens, e nenhuma solução estrutural dentro do próprio imóvel.
Existe uma comparação que raramente é feita, mas que sintetiza a lógica econômica do armazenamento externo.
Quando o metro quadrado residencial em uma região bem localizada custa dezenas de milhares de reais para comprar, ou algumas centenas de reais por mês para alugar, guardar dentro de casa deixa de ser gratuito. Passa a ser a forma mais cara de armazenamento disponível.
Uma cadeira quebrada ocupando espaço em um apartamento de 34 metros quadrados está ocupando um dos metros quadrados mais caros que aquela família paga. E o imóvel foi projetado, dimensionado e precificado para moradia, não para guarda.
O armazenamento externo pago por demanda opera com outra lógica de custo, porque utiliza áreas que não precisam ter o mesmo padrão construtivo, a mesma localização nobre ou a mesma infraestrutura de um imóvel residencial. É essa diferença de custo por metro quadrado entre morar e guardar que sustenta o modelo.
Não se trata de um serviço de conveniência. Trata se de uma decisão econômica racional para o consumidor.
O self storage é a resposta que o mercado desenvolveu para essa equação: locação de boxes individuais, de tamanhos variados, com contrato flexível, acesso controlado e uso exclusivo.
No Brasil, o setor acompanhou o movimento demográfico e imobiliário descrito acima. Segundo levantamento da Brain Inteligência Estratégica em parceria com a Associação Brasileira de Self Storage (ASBRASS), referente ao quarto trimestre de 2025, o país registrava 223.999 boxes em operação, avanço de 3,2% sobre o mesmo período de 2024, distribuídos em 613 operações e 112 cidades, somando 1,93 milhão de metros quadrados de área bruta locável.
O dado mais relevante para um investidor, porém, não é o crescimento. É a cobertura.
O adensamento urbano e a redução da metragem aconteceram em praticamente todas as regiões metropolitanas e em boa parte das cidades médias brasileiras. A oferta de self storage, não. Pouco mais de uma centena de municípios conta com o serviço.
Existe, portanto, um descompasso entre onde a demanda estrutural se formou e onde a oferta chegou. É nesse intervalo que se concentram as oportunidades de entrada no setor.
Seria simplista concluir que qualquer cidade com apartamentos pequenos comporta uma operação de self storage. Alguns pontos exigem cautela.
Metragem reduzida não basta. A demanda depende de renda disponível. Uma região com imóveis compactos, mas com poder de consumo baixo, tende a apresentar demanda limitada, porque a contratação de um box é uma despesa mensal adicional.
A cultura do serviço ainda está em formação. Diferentemente dos Estados Unidos, onde o self storage é parte consolidada do cotidiano, no Brasil boa parte da população desconhece a modalidade. Isso significa curva de maturação mais longa e necessidade de investimento em comunicação local.
Densidade e raio de captação são determinantes. O cliente de self storage costuma buscar unidades próximas à sua residência ou ao seu negócio. Um estudo de viabilidade precisa avaliar quantos domicílios e quantas empresas existem dentro do raio relevante, e não apenas a população total do município.
Concorrência instalada muda a conta. Em regiões metropolitanas já atendidas, a disputa por cliente é maior e pressiona a precificação. Esse é um dos motivos pelos quais cidades médias com boa densidade e oferta escassa concentram as melhores condições de entrada.
Reconhecer esses limites não enfraquece a tese. Ao contrário, é o que separa uma análise de investimento de um argumento de venda.
Para quem avalia o setor, a tendência de redução da metragem oferece um critério objetivo de análise de praça. Vale observar:
Essas perguntas transformam uma tendência macro em decisão de investimento verificável.
Os vetores que produziram o encolhimento dos imóveis não dão sinais de inversão. O custo do terreno urbano permanece pressionado, os programas habitacionais seguem estruturados em faixas de área e preço, e a mudança nos arranjos familiares é demográfica, portanto lenta e persistente.
Isso significa que a demanda por espaço adicional pago por demanda tende a se ampliar, e não a se esgotar. Para o investidor, esse é o tipo de fundamento que sustenta um negócio de longo prazo: uma necessidade criada por forças estruturais, atendida por um modelo de receita recorrente e ainda pouco distribuída pelo território brasileiro.
A Espaço A+ atua no segmento de self storage desde 2013, com operação própria em Curitiba e região, e iniciou seu sistema de franchising em 2026, após mais de uma década de operação validada.
Se você tem capital disponível, imóvel comercial subutilizado ou interesse em avaliar o potencial da sua região, podemos apresentar o estudo da praça, o detalhamento do modelo e a Circular de Oferta de Franquia.
Gerenciar uma empresa envolve lidar com diversos desafios, sendo um dos mais frequentes a falta de espaço para armazenar materiais, estoques ou documentos importantes. A Espaço A+ surge como uma solução prática e eficiente para esse problema. Alugar um box em um self storage pode transformar a organização da sua empresa, com benefícios que vão além de liberar espaço físico no escritório ou galpão.
Empresas de todos os portes têm necessidades de armazenamento diferentes. Na Espaço A+, você encontra boxes de 1 m² a 100 m², garantindo flexibilidade para atender desde pequenas startups até grandes empresas que precisam expandir rapidamente.
Com um espaço exclusivo para estoque, documentos ou materiais de trabalho, sua empresa se torna mais organizada. Isso evita perdas, facilita o acesso aos itens e melhora a eficiência geral dos processos.
Manter estoques ou materiais em locais próprios pode gerar custos elevados para a empresa. A Espaço A+ oferece uma solução mais econômica: você paga apenas pelo espaço que usa, com contratos simples e sem burocracia. Além disso, não há custos de manutenção, impostos ou outras taxas adicionais.
Com monitoramento 24 horas, controle de acesso e estrutura moderna, você pode ter a tranquilidade de que tudo o que armazenar estará protegido.
Seja para pequenos lojistas, e-commerces ou empresas com demanda sazonal, ter um espaço extra para o estoque pode ser crucial. Na Espaço A+, sua empresa pode responder rapidamente às variações do mercado sem se preocupar com a falta de espaço.
Para empreendedores e pequenas empresas, a Espaço A+ oferece a possibilidade de usar o espaço como endereço fiscal. Isso é especialmente útil para negócios digitais, profissionais autônomos ou startups que precisam de um endereço formal para registro sem os custos de manter um escritório fixo.
Na Espaço A+, entendemos que cada empresa é única. Por isso, oferecemos contratos mensais flexíveis e sem burocracia, permitindo que sua empresa cresça e se adapte ao mercado. Nosso atendimento personalizado garante que você encontre o espaço ideal para suas necessidades.
Liberar espaço físico, reduzir custos e melhorar a eficiência são passos essenciais para o sucesso. Dê esse passo hoje mesmo. Conte com a Espaço A+ para transformar a organização e a gestão do seu negócio!
O tempo de guarda de documentos preocupa a muitos, mas a gente vai dar uma mãozinha nessa questão.
O excesso de documentos pode ser um problema para empresários e colaboradores. O volume ocupado pela papelada e a falta de clareza sobre os prazos necessários para a guarda podem atrapalhar e confundir algumas pessoas. Se esse é o seu caso, este texto foi elaborado especialmente para você.
Organizar o ambiente de trabalho melhora a produtividade, a movimentação dentro da empresa e até pode ajudar a fechar mais negócios. Portanto, vale a pena saber por quanto tempo você precisa guardar documentos previdenciários, trabalhistas, fiscais, contratos, registros, recibos, declarações, entre outros.
Além disso, você também ficará por dentro de algumas opções para diminuir a necessidade de papel, o que pode ser exatamente o que você e sua companhia estão precisando.
É necessário atentar às peculiaridades de cada tipo de documento para saber a hora adequada de dispensá-los de vista. Diminuir o volume de papel pode ser benéfico, mas é essencial fazê-lo de forma ponderada, respeitando as possíveis demandas de fiscalização dos órgãos competentes e a disponibilidade para eventuais ações administrativas, trabalhistas e demais.
Confira os prazos de guarda dos principais tipos de documento e, em seguida, conheça outras opções interessantes para reduzir a papelada.
5 anos: é necessário guardar documentos relativos à declaração de imposto de renda (IR), Programa de Integração Social (PIS), Contribuição para Financiamento da Previdência Social (Cofins), notas fiscais, recibos e comprovantes de lançamentos, livros fiscais e contábeis, Declaração Anual do Simples Nacional (DASN), entre outros.
O armazenamento digital também é uma opção que diminui a necessidade de papel dentro das empresas. Com o recurso da guarda de arquivos na nuvem, você só precisa de acesso à internet para ter à disposição todos os documentos necessários nas operações da companhia. Os dados ficam seguros, mas é preciso ter cuidado, porque nem sempre apenas a versão digital de alguns documentos têm a mesma validade jurídica e administrativa que a cópia física.
E se, mesmo após eliminar os papéis sobressalentes, você ainda precisar de mais espaço, conte com a possibilidade de armazenar seus documentos em um box de self storage.
A opção permite que você alugue um espaço privativo, adequado ao tamanho das suas necessidades, arejado, vigiado 24 horas por dia. Você terá acesso exclusivo com sua chave para guardar o que precisar, desde documentos até móveis e objetos decorativos.
Essa escolha representa economia de espaço e dinheiro, já que os contratos de self storage são flexíveis e oferecidos a preços convidativos.
Quem é obrigado a manter um endereço fiscal e quais são as vantagens que isso traz? Você sabe qual a diferença entre um endereço comercial e um endereço fiscal?
Hoje, vamos responder a essas perguntas e orientar você para que cumpra suas obrigações legais da melhor forma. Além disso, vamos apresentar uma alternativa econômica e eficaz para ter o seu endereço fiscal regularizado e em um local ideal para alavancar seus negócios. Fique até o final e confira!
Vamos começar definindo endereço comercial, que é o espaço em que as atividades da empresa efetivamente acontecem.
O endereço fiscal, por sua vez, é aquele usado para fins de controle pelos órgãos estatais e de tributação. Ele é um requisito para registrar a empresa e obter um número de CNPJ. Esses dados aparecerão em todos os documentos da companhia, como no contrato social, notas fiscais, cartões, registros nos órgãos competentes e alvarás.
É obrigatório: toda empresa que formaliza suas atividades precisa de um endereço fiscal, independentemente de seu tamanho ou nicho. Mas não é apenas pelo cumprimento da exigência formal que você sai ganhando com um endereço fiscal. Confira mais vantagens de aproveitá-lo.
Se você trabalha em regime de home office ou como autônomo, pode ser conveniente não precisar fornecer o endereço de casa em todas as suas transações comerciais. Com um endereço fiscal externo, você tem mais privacidade com seus dados pessoais.
Quem já fez compras ou vendas on-line pode atestar: as lojas que têm também indicação de algum endereço físico geram mais sensação de segurança em seus negócios. Isso é importante também para o caso de empresários de e-commerce que precisam receber mercadorias para troca, por exemplo. Afinal, a qualidade de atendimento também é fundamental para os lucros.
O endereço fiscal também pode ser aproveitado em materiais de divulgação, como cartões de visita ou na disponibilização de endereço em redes sociais ou sites.
Em vez de usar sua casa como referência, você pode contar com o endereçamento fiscal da Espaço A+, próximo ao Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais ou na Unidade Centro, na Rua Presidente Farias.
Com a Espaço A+ , você pode adquirir um endereço fiscal para formalizar seu negócio e melhorar a imagem da sua empresa por apenas R$110 mensais, sem burocracia excessiva e já incluindo os serviços do endereço comercial.
Isso significa redução de custos, enxugamento da sua estrutura, flexibilidade na negociação dos espaços e garantia de cumprir requisitos legais ao mesmo tempo.
Primeiro, vamos esclarecer o que é um endereço fiscal. Trata-se de um local utilizado para fins tributários e fiscais ao registrar sua empresa junto à Receita Federal. Esse endereço aparece em todos os documentos oficiais da empresa, como contrato social, CNPJ, inscrição estadual, alvará de localização, entre outros.
Para muitas empresas, ter um endereço físico é uma obrigação para obter a inscrição estadual de acordo com a legislação vigente. No entanto, se sua empresa não possui um local físico, essa pode ser a solução ideal.
Na Espaço A+, oferecemos a você a conveniência de ter um endereço fiscal sem a necessidade de alugar um box. Isso significa que você pode contratar o serviço de endereço fiscal separadamente, e, caso você também alugue um box, isso não interfere no contrato de endereço fiscal.
O custo do serviço de endereço fiscal na Espaço A+ é de R$ 110,00 por mês, com pagamento recorrente via cartão de crédito.
Existem diversas vantagens em contratar o serviço de endereço fiscal e alugar um box na Espaço A+ em Curitiba:
1. Economia: se você busca reduzir custos, nossa solução permite que você enxugue sua estrutura, eliminando despesas de manutenção de espaço físico e aluguel.
2. Flexibilidade: oferecemos a flexibilidade de alugar boxes mensalmente, permitindo que você ajuste o espaço de acordo com suas necessidades.
3. Registro de CNPJ: disponibilizamos um endereço para o registro do CNPJ, atendendo a todos os requisitos legais (é necessário verificar com a prefeitura se é permitido para o ramo de atividade da sua empresa).
Se em algum momento você não precisar mais desse serviço, é importante nos enviar o protocolo de alteração na junta comercial correspondente. Isso é fundamental para cessar as cobranças futuras.
Lembramos que não efetuar o pagamento do serviço de endereço fiscal é considerado apropriação indevida, pois operamos em um sistema de pré-pagamento e os contratos podem ser mensais e automaticamente renovados.
Durante a Black Friday, a Espaço A+ está com uma promoção mega especial. O box de 1 m² custa R$ 140,00 e o endereço fiscal é R$ 110,00, mas você pode aproveitar o Combo Especial por apenas R$ 199,00 mensais, economizando consideravelmente. Este preço promocional inclui a caixa e o endereço fiscal.
*Confira os termos da promoção.
Self Storage recebeu o Prêmio Consagração Pública, pelos relevantes serviços prestados à comunidade
Na última quarta-feira (30), a Espaço A+ Self Storage foi homenageada pela Câmara Municipal de Curitiba. Em reconhecimento ao sucesso da empresa, que atua no segmento há cinco anos, Almir Wilhelm Parigot de Souza Filho, diretor e proprietário da Espaço A+, recebeu o Prêmio Consagração Pública e Municipal - concedido às pessoas jurídicas pelos relevantes serviços prestados à comunidade curitibana. Dentre as principais categorias avaliadas e premiadas estão produtividade, tecnologia, preocupação com o meio ambiente e participação na solução de problemas sociais e comunitários.
A Espaço A+ conta com mais de 7.500 metros quadrados de área, divididos em 440 boxes com tamanhos que variam entre 1 m2 e 100 m2. A unidade matriz fica no bairro Rebouças, em Curitiba (PR), e está em fase de ampliação. Após dois anos de atividades, a unidade Aeroporto, localizada em São José dos Pinhais, se consolida como o principal self storage da região.
Além disso, a rede de self storages tem ampliado as salas de coworking para dar apoio às empresas e pessoas que têm escolhido trabalhar de forma remota. Uma alternativa para os profissionais exercerem suas funções em um ambiente sem a informalidade e distrações do home office. Neste cenário, os self storages e os coworkings são fundamentais para fomentar o desenvolvimento das cidades.
De acordo com a Associação Brasileira de Self Storage (Asbrass), o setor cresceu 14% durante a pandemia. A procura por um espaço amplo e otimizado aumentou, e uma das soluções foi esse sistema, criado na década de 1960 nos Estados Unidos, que consiste no aluguel de boxes ou containers para armazenamento de diversos itens, como móveis, eletrodomésticos e objetos de uso pessoal e profissional. A proposta se expandiu para outros países e hoje tornou-se alternativa para quem precisa de mais espaço, correspondendo à extensão da própria casa.

Unidade de soluções logísticas da GOL inicia expansão dos pontos de coleta CHEGOL pelos centros urbanos. Curitiba é a primeira cidade a receber a inovação
No dia 1º/10, a GOLLOG iniciou a expansão do projeto “Pontos CHEGOL”, uma frente de produtos que vem para fortalecer a capilaridade e acessibilidade ao público de pequenas encomendas.
O projeto visa credenciar estabelecimentos comerciais por todo o Brasil com a marca GOLLOG para trazer capilaridade e, assim, evitar que os clientes precisem se dirigir até uma loja da GOLLOG. O processo para contratar a encomenda é 100% on-line e, depois, basta deixá-la no mercado mais perto de onde você estiver ou até mesmo em um posto de combustível e outros locais de fácil acesso.
Foram abertos dois pontos para testar a operação em Curitiba/PR, em parceria com a Espaço A+ Self Storage, nas unidades Rebouças, próxima ao centro da cidade, e Aeroporto, em São José dos Pinhais. Para contratar o serviço basta ligar na loja GOLLOG da cidade no número (41) 3398-9998 e solicitar o despacho da encomenda no ponto parceiro mais próximo da sua residência.
O pagamento do serviço funciona de forma 100% digital pelo site da GOLLOG. O objetivo é ter dois mil pontos espalhados pelo Brasil nos próximos dois anos, entre parceiros e pontos próprios.
A GOLLOG atende 4.100 cidades no Brasil e 12 no exterior, e conta com uma rede de 98 unidades de franquia. Saúde, roupas e indústria automotiva são os principais segmentos que utilizam seus serviços, e correspondem à maior parte das 89 mil toneladas transportadas por ano. Em 2019, o braço de logística da GOL transportou mais de 80 mil toneladas, com 112 mil clientes atendidos (sendo 66 mil novos clientes, ou 59% de crescimento), tendo em seu portfólio 2,4 milhões de atendimentos.
A GOL LINHAS AÉREAS
A GOL Linhas Aéreas é a maior Companhia Aérea do Brasil, com mais de 36 milhões de clientes transportados por ano, e líder no segmento corporativo e de lazer. Em 20 anos de história, democratizou o transporte aéreo no país e se tornou a maior empresa de baixo custo do setor, com a melhor tarifa da América Latina. A Companhia mantém alianças estratégicas com a Air France e KLM, além de disponibilizar aos clientes diversos de codeshare e interline, trazendo mais conveniência e facilidade nas conexões para qualquer lugar atendido por essas parcerias. Com o propósito de Ser a Primeira para Todos, a GOL tem investido continuamente em produtos, serviços e atendimento para oferecer a melhor experiência de viagem aos seus passageiros. A #NovaGOL reforça esse conceito, liderando em conforto com a maior oferta de assentos e mais espaço entre as poltronas; conectividade e entretenimento, oferecendo a mais completa plataforma com internet, filmes e TV ao vivo grátis; o melhor programa de fidelidade do mercado – SMILES - e um atendimento ao cliente reconhecido e premiado por diversas organizações como ANAC, Reclame Aqui e Fórum Brasileiro de Relacionamento com o Cliente. No segmento de transporte e logística de cargas, a GOLLOG possibilita a captação, distribuição e entrega de encomendas para diversas regiões do País e exterior. Internamente, a GOL tem uma equipe de 15 mil profissionais da aviação altamente qualificados e focados na segurança, valor número um da Companhia.
GOL Linhas Aéreas
In Press Porter Novelli
+55 (11) 3323-1570 / 3323-1586
Otimizar espaços, investir em decoração equilibrada e aproveitar versatilidade de mobiliário podem aumentar foco e produtividade
A possibilidade de trabalhar em casa, seja em uma escrivaninha no quarto ou em uma mesa na sala de jantar, deixou de ser uma realidade distante para grande parte dos trabalhadores em todo o mundo. O agravamento da pandemia da covid-19 e a necessidade do isolamento social obrigaram empresas a buscar alternativas para manter o funcionamento de suas atividades e, neste cenário, o home office foi inserido gradualmente na rotina de diversas pessoas. De acordo com pesquisa realizada pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), por exemplo, cerca 20,8 milhões de brasileiros possuem a viabilidade de exercer suas funções de forma remota, tendência que deve continuar mesmo após o fim da pandemia.
Com o objetivo de se adequar à nova realidade, muitos viram a necessidade de olhar com mais carinho para dentro de suas próprias casas, já que, desde março de 2020, foram obrigados a ressignificar ambientes e móveis, antes vistos apenas como ferramentas de lazer e descanso, e transformá-los em escritórios, mesmo que compactos, para sua rotina no trabalho.
Por isso, a Espaço A+ separou algumas dicas de organização e decoração para melhorar o trabalho remoto:
Escolha o cômodo
Antes de qualquer coisa, identifique qual é a sua melhor possibilidade para inserir um escritório sem que a dinâmica da casa e dos moradores seja prejudicada. Corredores, espaços vagos no quarto, sacadas e espaços subutilizados podem ser muito bem-vindos para a instalação de mesas e escrivaninhas.
Organização é tudo
Assim que escolhido o ambiente do home office, será necessário organizá-lo de forma inteligente, de forma com que tudo esteja ao alcance da sua mão. Para manter a mesa bem ordenada, nada melhor do que utilizar organizadores, que separam canetas, lápis, pastas, papéis e demais artigos de escritório. Post-its e caixas de correspondência, para classificar documentos também podem fazer a diferença.
Invista em prateleiras e mesa com gavetas
Para otimizar o espaço, o ideal é investir em prateleiras verticalizadas e mesas com gavetas, que possam guardar tudo aquilo que não é essencial durante o expediente ou que não sejam constantemente necessárias para a rotina, como livros, arquivos, artigos de escritório, pastas e relatórios.
Use a decoração a seu favor
Não é novidade para ninguém que cores e objetos possuem significados e incentivam estímulos e sensações humanas. Por isso, equilibre sua paleta com tons neutros e vibrantes. Desta forma, você não terá um espaço totalmente relaxante e nem muito distrativo. A iluminação também é um diferencial. Use luminárias, caso necessário.
Priorize o essencial
Por último, mas não menos importante, tenha no escritório somente o que for essencial para o trabalho do dia-a-dia e que não polua o ambiente familiar. Se for preciso, adapte seus espaços e guarde tudo aquilo que não vai usar em um self storage, sejam roupas, móveis ou pertences de uso esporádico. Na Espaço A+, você pode alugar um box do tamanho que necessita, com contratos mensais, sem necessidade de fiador ou taxas adicionais.
Comprovantes de pagamentos de tributos e contratos em geral devem ser guardados por, pelo menos, cinco anos
Boletos, contratos, extratos bancários, anotações, recibos e faturas. São papéis que não acabam mais e ocupam muito espaço nas gavetas do escritório e nos armários de casa. Mas será que é preciso guardar todos esses documentos? Com a chegada do novo ano, é comum fazer aquela faxina para jogar fora o que não é necessário e liberar espaço. Os papéis acumulados ao longo dos 12 meses também entram nessa reorganização, mas é preciso ter cuidado para não colocar documentos importantes no lixo.
O professor de Direito da Universidade Positivo, Gabriel Schulman, explica que o período de arquivamento de documentos varia de acordo com o prazo prescricional que contratos em geral devem ser guardados por, no mínimo, cinco anos. “Orienta-se que o contrato de trabalho, aluguel, serviços escolares, bancos, planos de saúde e seguro sejam guardados por ao menos cinco anos do fim da relação. Tanto para pessoas físicas, quanto para empresas, a comprovação do pagamento de tributos, condomínio e contratos em geral poderá ser exigida nos cinco anos seguintes, contudo, é preciso tomar cuidado porque o período é para o ingresso do credor com a ação e, por isso, é recomendável uma margem maior para precaver-se”, afirma.
Na hora de fazer a limpa na papelada, é preciso prestar atenção e não jogar fora as notas fiscais de produtos que ainda estão na garantia e documentos pessoais originais, como certidões. “As notas fiscais e termos de garantia de televisores, celulares e notebooks, por exemplo, devem ser guardados durante a vida útil do produto. Já documentos que se referem à pessoa física, como certidões de nascimento e casamento, devem ser guardados para sempre. Para documentos previdenciários, a recomendação geral é a guarda por dez anos e para o PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário), o material deve ser arquivado por 20 anos”, explica Gabriel.
Algumas ações simples, como arquivar os documentos em pastas e separá-los de acordo com o assunto e finalidade, ajudam a manter os papéis organizados. Nas empresas, o fluxo de contratos e documentos é muito alto e acaba ocupando um espaço amplo nos escritórios. Nesse caso, uma dica é guardar as pastas e caixas de arquivos em um box self storage, para manter os documentos seguros e em bom estado. “Os boxes são como containers que permitem o armazenamento de caixas, objetos e arquivos que não são usados com frequência e acabam ocupando uma ampla área no escritório. É uma forma de liberar espaço tendo a certeza de que os documentos estão bem guardados em um local seguro”, explica a gerente de operações da Espaço A+ Self Storage, Rousy Mary Rojas.
Para os papéis que não precisam ser guardados ou que estão com o prazo prescricional vencido, é importante prestar atenção nas informações que estão no documento antes de jogá-lo no lixo. Se possível, o aconselhável é ocultar os dados pessoais como endereço, CPF, RG e número da conta bancária.